terça-feira, 31 de Março de 2009
Uma cena de tiros!
As fotos do Bernardes!
segunda-feira, 30 de Março de 2009
O Rodrigues de Sarzedas!
domingo, 29 de Março de 2009
Façanhas do Abecassis!

Por Artur/Leiria (15683)

HELP... SOS... HELP... SOS... HELP
Dia D-27!
Contagem Decrescente!
sábado, 28 de Março de 2009
Matias na Marcha do Tempo!
sexta-feira, 27 de Março de 2009
O Grande Chefe!
quinta-feira, 26 de Março de 2009
Puzzle sem solução ainda!
Puzzle!
quarta-feira, 25 de Março de 2009
Por onde andará o Ramiro?

terça-feira, 24 de Março de 2009
Recordando o Rodrigues!
Notícias da Beira Alta!
domingo, 22 de Março de 2009
Boa viagem!
sábado, 21 de Março de 2009
sexta-feira, 20 de Março de 2009
CF2 de 1970 a 1972!
Eventualidades!
Por Artur/Leiria (15683)
Dando continuidade ao desenvolvimento daquilo que se passou pessoalmente comigo. Gostaria de o fazer com o máximo de exactidão. Lógico, que quarenta e tantos anos passados na vida do homem, são praticamente duas gerações que se intercalam com todas as suas alegrias e complicações, criando isto um espaço branco na memória, que vive a paredes-meias com o esquecimento! Sendo assim, não é fácil recriar tais eventualidades a pormenor, contudo vou tentar o meu melhor.
REGRESSO FORÇADO A LOURENÇO MARQUES.
Antes de mais e graças a este Blogue, quero agradecer neste “post” tudo aquilo que os meus colegas de armas tão corajosamente fizeram para minimizar o perigo de vida e ou quaisquer consequências relacionadas com o meu acidente, que abaixo passarei a descrever. Desculpem não mencionar nomes porque muitos ficariam por dizer, caso mencionasse algum; não faria justiça a todos os outros de que eu não lembro.
O meu acidente pessoal em Metangula aconteceu quando, eu e mais uns quantos camaradas arrastávamos um barco (o qual por duas vezes me ia matando e ao Marcolino uma) para fora da água com um cabrestante preso a uma enorme árvore e este ligado por um cabo de aço ao barco. Estava eu de costas para o barco, juntamente com alguns dos nossos colegas puxando no cabrestante, quando o cabo, que estava debaixo duma tensão enorme, rebenta e este ao encolher-se, bate-me com uma força tal que, não só me fere as costas, como ainda me arranca osso na parte interior do cotovelo esquerdo! A partir desse momento, com sangue por todo o lado, vejo-me no ar, nos braços dos meus colegas e a ser transportado para um “Land Rover” que estava bem pertinho do local. Sou levado de emergência para a clínica de Metangula, aí o enfermeiro negro, que muitos de vós se devem lembrar, um homem duma excelente postura e dum vasto conhecimento!
Aí e de imediato, fui injectado contra o tétano e outras possíveis infecções, entre outros tratamentos. Como a possibilidade de outros testes necessários não existia nessa clínica, fui levado de imediato no “jeep” para o quartel do exército de Vila Cabral, penso que nem à Capitania voltei, para a angariação dos meus parcos haveres. Em Vila Cabral o Sargento enfermeiro reviu os ferimentos e fez de novo o tratamento às feridas na enfermaria, dando-me de seguida, comprimidos para as dores. Seguiu-se o jantar onde, mais não fiz do que companhia aos que jantaram, uma vez que pouco me interessou a qualidade da comida e mais ainda porque que me sentia debilitado devido aos ferimentos, lá pernoitei até ao outro dia esperando pelo avião que me havia de levar.
...oOo...
De Nord Atlas outra vez, lá fui até a nossa Estação Rádio Naval em L. M. Ali, sou adido ao PBX ou seja operador dos telefones, por uns dois meses, onde todas as chamadas para fora e para dentro teriam que passar por minhas mãos. É aí que duas notícias me são reveladas: uma de conotação negativa - que foi o vir a saber da morte em combate do meu irmão, Furriel Miliciano, na Guiné. A outra, graças a Deus bem boa, o que explicarei depois desta breve introdução.
Lembram-se com certeza do nosso escriturário - Paulino Serrano - que infelizmente já não pode responder à chamada porque Deus assim quis? Tive a oportunidade de o conhecer melhor, porque convivi com ele mais assiduamente durante aqueles dois meses no prédio do comando da companhia. Certo dia, porque sabia que eu tinha certo jeito para desenho, convidou-me a participar num pequeno jornal que estava fundando, com artigos dele e de alguns oficiais, para e sobre a nossa companhia. Acabamos por publicar duas edições que provavelmente algum filho da escola ainda se lembra. Tive essas edições comigo por alguns anos, pena é que não sei o que é feito delas.
Certo dia o Paulino soube através duma circular, penso, que havia duas viagens ao Continente para dois Escolas e outras duas para Sargentos! Depois de me ter elucidado sobre elas e que já tinha a aprovação do comandante perguntou-me, caso eu estivesse interessado, que fosse eu na primeira, olhando que, os meus pais estavam a passar uma hora difícil por causa do que aconteceu a meu irmão; por isso estariam mais do que carentes de algum conforto que eu lhes pudesse oferecer, indo ele na segunda, o que concordei e agradeci de imediato, claro. Sem esperar lá fui/vim ao Continente na TAP, em companhia de um sargento que pertencia à Radionaval! Tudo isto, graças ao meu bom amigo Paulino.
Que o Criador o tenha num bom lugar!
quinta-feira, 19 de Março de 2009
Mnham...Mnham...Mnham...!

Navegar é preciso ...

quarta-feira, 18 de Março de 2009
Percursos paralelos!
segunda-feira, 16 de Março de 2009
Good bye New York!
sábado, 14 de Março de 2009
Porque hoje é sábado!

sexta-feira, 13 de Março de 2009
Ainda os Artilheiros!
Maputo, pois claro!

Azar ou sorte?
quinta-feira, 12 de Março de 2009
Semana de Carnaval em 1962!
quarta-feira, 11 de Março de 2009
Dia 11 de Março de 1962!
Fotos esquecidas!

Três Algarvéus!
Notícias do Luxemburgo!


segunda-feira, 9 de Março de 2009
65 Anos!
domingo, 8 de Março de 2009
Água Desperdiçada!

Aliás, não fui só eu que assistiu à cena. Estou certo de que ainda há camaradas que se devem recordar da situação, tal como eu recordei ao ler o texto com que o Leiria nos brindou.
Numa operação de reconhecimento que fazíamos no interior, não recordo agora o local mas também não interessa, o nosso Comandante de Pelotão, o tenente Mendes (já falecido) deu instruções bem claras sobre a utilização da água dos cantis. Só poderíamos beber por sua ordem, porque não haveria abastecimento e a duração da operação era imprevisível. O tenente Mendes tinha como sua ordenança, o algarvio Mateus (também já falecido) que era o cómico da companhia. Aliás, já aqui se contaram algumas histórias verídicas que protagonizou e que também testemunhei.
Ora quem acabou primeiro a água do cantil foi, precisamente, o tenente Mendes que depois começou a pedir ao Mateus que lhe desse um bocadinho de água, porque ainda tinha o cantil quase cheio, mas o Mateus logo ripostou que só tinha bebido quando ele autorizou e que a água era sua e não lhe dava nada. O nosso tenente estava exausto, sem forças, sem água, sem ninguém que o ajudasse, estava prestes a desfalecer. Mandou descansar o pessoal com a devida segurança porque não podia mais. Estendeu-se no chão, sem forças para dar um passo.
É então que o Mateus puxa do cantil e vai para junto do tenente, com o cantil nas mãos,
E quando ele todo lampeiro estendia o braço para agarrar o cantil, o Mateus recua, e começa a despejar a água do cantil próximo da cabeça do nosso Comandante. Perante este cenário, o homem passou-se e até ameaçou fuzilá-lo. O Mateus, imperturbável, despejou o seu cantil até à última gota, para desespero do tenente que não compreendia o seu comportamento. Nem ele nem a maior parte do pelotão. Estávamos perplexos. Mas o rato do Mateus sabia o que fazia. É que um pequeno grupo tinha feito uma prospecção na zona e encontrado água.
sábado, 7 de Março de 2009
Ninfas do Amor!
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sexta-feira, 6 de Março de 2009
Windows live spaces!
O Marcolino na «Marcha do Tempo»!

quinta-feira, 5 de Março de 2009
Antananarivo!
O Vocalista e a sua Banda!

Dia 27 de Julho de 1963!
quarta-feira, 4 de Março de 2009
Uma questão de nome!
terça-feira, 3 de Março de 2009
Manuel Maria!
domingo, 1 de Março de 2009
Alô Canadá, Alô amigo Leiria!
Até que enfim!
Á primeira vista podem não reconhecê-lo, mas é o Sargento Veloso. Isso mesmo, aquele de quem não tínhamos visto uma única fotografia daqueles tempos. Os óculos escuros não deixam ver as suas feições com muita clareza, mas não há qualquer dúvida de que se trata dele. Agora posso dizer que tenho uma foto de cada um dos sargentos e praças da CF2.






















