Hoje foi feito um comentário a uma mensagem de 14 de julho do ano passado. Felizmente tenho activado o sistema de alarme que me avisa quando são feitos comentários em mensagens antigas, de outro modo nunca me aperceberia.
E, por coincidência, trata-se de um comentário feito por uma filha do nosso filho da escola Frederico Tarrinha, a Ana, coisa que me deixa muito feliz. Saber que há uma vaga de seguidores da segunda geração, com acesso á internet, para perpectuar e passar a palavra daquilo por que nós passamos em África, durante a Guerra Colonial, deixa-me convencido de que a nossa participação na história não passará em claro.
Deixo aqui esta mensagem, de propósito, para desafiar a Ana a entrar em contacto comigo por e.mail. Seria um meio de saber notícias do pai, coisa que até hoje ainda não consegui.
1 comentários:
Também eu gostava de saber algo sobre o Tarrinha, porque foi um dos camaradas que, desde 1965 até hoje, não voltei a ter notícias, porque nunca marcou presença nos nossos encontros.
Peço à sua filha Ana que incentive seu pai a participar no próximo encontro do pessoal da Companhia nº 2 de Fuzileiros em Moçambique, período 1962/1965.
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