
Espingarda G3 - A espingarda-metralhadora que nos meteram na mão para levarmos para Moçambique, sem nunca termos dado instrução nem tiro com ela. Não é a primeira vez que aqui falo de armas, mas vem isto a propósito de um comentário do Salema e resposta do Leiria sobre a velha espingarda que levávamos às costas nas provas físicas.
A Mauser - A nossa canhota da recruta. Intermináveis aulas de infantaria com ela ao ombro, ou nas diversas posições obrigatórias que eram ensinadas, até à exaustão, nas ditas aulas e segundo a vontade e disposição dos instrutores. Resistente coronha de madeira e couce de ferro, era um sinal de energia (dos infantes em instrução) ouvi-la bater no solo durante as aulas de manejo de arma.
A Manelicher - Essa estropiada espingarda, miseravel despojo da II Guerra Mundial que chegou à Escola de Fuzileiros já sem culatra nem gatilho, coisa de somenos importância pois também ninguém pretendia fazer tiro com elas. Eram as nossas companheiras no lodo e restantes provas físicas. Quem poderia esquecê-las?
3 comentários:
Armas e mais armas…
O nosso Salema ainda não me respondeu à pergunta que lhe fiz num blogue passado que rezava mais ou menos assim: “Qual o nome da arma automática dos primeiros 75 fuzileiros formados pela marinha, a qual era pertence da NATO?” Vossa senhoria sabe com certeza, se não souber ninguém vai ficar zangado, de certeza.
Um abraço!
A Armalite, claro.
Iria jurar que já vi a resposta do Lisboa em qualquer lado, talvez apensa à mensagem errada. Como ele é novato nestas coisas temos que perdoar-lhe todas estas falhas e incentivá-lo para que continue a treinar. Tu, como ginasta de primeira, sabes melhor que ninguém que só com treino intenso se consegue aprimorar o nosso estilo.
Também partilho da convicção do Carlos.
Tratava-se da Armalite e da qual aimda tivemos treino teórico, se a memória não me falha.
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