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domingo, 30 de Novembro de 2008
A farda de marujo !
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sábado, 29 de Novembro de 2008
Relembrando o "Peniche"!
As fotos que faltavam!
O Testo, O Prato, essa coisa feia...
Festividades na Machava
Os repetentes
16395 - Paixão (Compareceu)
16421 - Alturas (Compareceu)
16429 - Carlos (Organizou e compareceu)
16451 - Valter (Compareceu)
16532 - Ferreiro (Não compareceu)
16758 - Sabugal (Não compareceu)
16795 - Licínio (Não compareceu)
16859 - Presunto (Falecido)
17007 - Enteiriço (Compareceu)
sexta-feira, 28 de Novembro de 2008
quinta-feira, 27 de Novembro de 2008
As fotos do Gomes
...oOo...
Imagem clara dos 4 primeiros. Milheiro e Vieira, á esquerda e Baía e Matos, á direita....oOo...
O Boticas, em pé ao fundo, tem tanto cabelo agora como então....oOo...
Além do Gomes, Boticas e Lúcio não reconheço mais ninguém....oOo...
Encontro familiar, com mulheres, crianças, cães, etc. não falta nada!quarta-feira, 26 de Novembro de 2008
As fotos do Pintado


Almoço no Barreiro
Histórias do Mateus
Recordo com saudade as vezes em saimos juntos. Por exemplo, de uma vez em que, na Beira, os dois resolvemos ir rondar um parque de campismo, fora da cidade, onde sabiamos estarem alojadas "bifas" da África do Sul. No regresso da incursão (não me recordo se proveitosa ou não) utilizamos o meio de transporte da época (a boleia). O Mateus, sempre alegre e folgasão, quando os carros dos "coca colas" , simpaticamente, paravam para nos dar boleia, perguntava se a viatura tinha rádio, e, porque, de uma maneira geral não tinham, agradecia e recusava a oferta. Escusado será dizer que, a cada cena destas, os incredulos e furiosos condutores arrancavam a grande velocidade e nós rebolavamo-nos a rir.
terça-feira, 25 de Novembro de 2008
O Conquistador
A Marcha do Tempo - O Leiria
Apelo do Rafael
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Caros Filhos da Escola.
Alguns de nós vivemos uma infância nas aldeolas mais recônditas deste pequeno Rectângulo Luso. Logo que atingimos a maioridade, fomos chamados a cumprir o serviço militar, que naquela época era exigido a todos os cidadãos masculinos, desde que tivessem condições, segundo o Indice de Pignet.
Naquele tempo, a maioria dos jovens gostavam de prestar o serviço militar porque era um sinónimo de robustez e virilidade. Além disso, tinham a possibilidade de conhecer as grandes cidades e despertarem para novos horizontes.
Também uma grande parte dos jovens nesse tempo desejava cumprir o serviço militar obrigatório na Marinha de Guerra. Por ser o ramo das Forças Armadas que tinha a farda mais bonita e por lhes dar a possibilidade de conhecer outras paragens além fronteiras.
Em Março de 1962, depois de sermos submetidos a novas inspecções fomos admitidos na Marinha de Guerra como simples praças. Depois da criação da especialidade de fuzileiros, os mancebos que assentaram praça, passaram a ser divididos em dois grandes grupos: aqueles que iam para as outras especialidades, fizeram a recruta em Vila franca de Xira, aqueles que se destinavam ao Corpo de Fuzileiros faziam a recruta na Escola de Fuzileiros.
A recruta para os fuzileiros era muito mais difícil em termos de resistência física, dado o elevado grau de sacrifícios que era exigível para se pertencer a este Corpo Anfíbio de Elite. Quando o sofrimento é grande para se vencerem todos os obstáculos nas provas e nos cursos, há sempre uma entreajuda entre os camaradas. Essa vivência difícil gera amizades duradouras para além do tempo militar.
A criação dos Fuzileiros no princípio dos anos 60 do século passado, veio dar um grande contributo para a Marinha de Guerra Portuguesa, de modo a ter uma participação activa na guerra de guerrilhas que foi movida a Portugal pelos indígenas independentistas das ex-colónias portuguesas. Se não fossem os Fuzileiros, a Marinha não teria mais que uma acção passiva neste período bélico, limitar-se-ia a acções de logística e transporte de pessoal, via fluvial ou marítima.
Os primeiros fuzileiros, que pisaram o território d e Moçambique, foram os Filhos da Escola que pertenceram à primeira Companhia Nº2 de Fuzileiros. A sua presença nesta terra foi bem assinalada, dadas as suas acções defensivas e pelos trabalhos que fizeram em prol do prestígio da Pátria Portuguesa e para bem do povo moçambicano.
A vida em comum durante dois anos e meio em Moçambique na Companhia Nº2 veio reforçar o conhecimento e a amizade que já existia da recruta e do ITE. Quando o perigo espreita em qualquer canto e só podemos contar com a nossa união e o nosso poder defensivo, é nestas alturas que se criam fortes laços de amizade que só a morte faz esquecer.
Já passou quase meio século que estivemos em Moçambique, a amizade e estima que os Filhos da Escola têm uns pelos outros ainda perdura, apesar ter seguido cada um o seu destino com poucos contactos entre nós. Todos nós já atingimos a Terceira Idade, nível etário em que o declínio e as patologias começam a manifestar-se. Por isso, Filhos da Escola, devíamos conviver mais amiúde com almoços de confraternização, a fim de relembrarmos o tempo da nossa juventude como fuzileiros aproveitando os derradeiros anos de lucidez, uma vez que actualmente já estamos todos reformados e com as nossas proles arrumadas.
Vamos reavivar o nosso passado para refrescarmos os episódios mais adormecidos na nossa memória. Não vamos deixar morrer esta iniciativa de convívio impregnada pelo nosso camarada ideólogo, intelectual e filantropo Manuel Alves da Silva, mais conhecido pelo pseudónimo de Carlos ou Twenty Nine.
Este Filho da Escola tem percorrido centenas de quilómetros, enviou dezenas de cartas e fez milhares de telefonemas na tentativa de unir todos os Filhos da Escola da Cf2.
Deixai-vos contagiar pela dinâmica deste leader, que embora não tenha seguido a carreira na Marinha, tinha óptimas condições de liderança para ser um grande chefe militar.
Rafael Coelho de Sousa
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Samora Correia, Benavente e Almeirim
Em baixo de forma!
Quem tem amigos não morre na cadeia!
...oOo...Ausência forçada
quarta-feira, 19 de Novembro de 2008
Relax total!

Cape Town

terça-feira, 18 de Novembro de 2008
Infante D. Henrique
Floriano Fragata

O Cabo Santarém
domingo, 16 de Novembro de 2008
India - Afonso de Albuquerque
A. Clímaco...oOo...
sábado, 15 de Novembro de 2008
Impressionante!!!!
Lembro-me tão bem desta cara como se tivéssemos estado juntos a almoçar, hoje, no refeitório do nosso aquartelamento do Infulene/Machava. Mas não consigo precisar se ele era filho da nossa escola (Março de 1962). Eu diria que não, mas ao certo não sei.
E como sei que há uma série de visitantes frequentes deste blog (Verde, Jordão, Ladeira, Rosa da Silva, entre outros) que o podem reconhecer, mais uma vez me dirijo a eles para me ajudarem nesta tarefa. Quem é este camarada?
sexta-feira, 14 de Novembro de 2008
Grande Mateus!
Não havia ninguém que não gostasse do Mateus. Fosse pela sua maneira de ser, pelo seu aspecto descuidado ou pelas piadas constantes com que enchia os nossos ouvidos, era uma daquelas pessoas que não passam despercebidas em lado nenhum. Eu era do norte e ele do Algarve, eu era branquinho e de olhos azuis, ele moreno e com olhos de beduíno norte-africano, mas davamo-nos muito bem. Fazíamos dupla no Campismo do Miramar, ao engate das bifas. Eu porque falava inglês e lhe servia de tradutor, ele porque era um destravado e sem-vergonha que não tinha o mínimo problema em iniciar uma conversa, fosse com quem fosse, conhecido ou completamente desconhecido. De piada fácil não havia nada que dissesse que não nos fizesse rir a bandeiras despregadas. Com os superiores era aquela máquina, respondia-lhes sempre com graça de forma a fazer desmanchar aquelas poses de fingida severidade que usavam para nos manter na disciplina. Muito descuidado com o uniforme era constantemente chamado á atenção pelos superiores mas não me lembro nunca que tenha sido castigado por isso. A imagem que guardo dele é a de um rapaz de fraca figura, mas de tronco poderoso, muito moreno e de pernas magrinhas a sair duns calções exageradamente largos, uma meia em cima e a outra em baixo e o panamá todo descaído para trás, na cabeça. Havia três coisas que fazia e o marcavam pela diferença. Primeira, andava sobre as mãos (fazendo o pino) tão bem como eu ando com os pés no chão. Segunda, de manhã partia para a casa de banho carregando a toalha e tudo o resto que lhe fazia falta para a higiene matinal, pendurada no membro viril, em erecção. Terceira, ao tomar banho, ensaboava e esfregava a pele dos testículos (escuros como os de um mouro) como se se tratasse de um farrapo velho.
Por estas e por outras, nunca esquecerei o meu amigo Mateus que também já partiu deste mundo. Onde quer que estejas Mateus, quero que saibas que és recordado com muita saudade. Acredito que um dia aí nos reuniremos todos para, em conjunto, soltarmos uma valente gargalhada e rirmos deste desprezível mundo que deixamos para trás.
P.S. - Ia-me esquecendo de dizer que recebi esta foto, hoje mesmo, do Leiria pois, por estranho que pareça, não tinha no meu álbum nenhuma fotografia dele. E esta é um espectáculo, tal como ele o era também.
Notícias do Canadá
quarta-feira, 12 de Novembro de 2008
Charada
Este é o meu cão. Chama-se Rex e está a ver se sai dali algum coelho! Como o terreno das suas pesquisas é o meu quintal que não tem mais que 200 metros quadrados, não me acredito que consiga os seus intentos. Mas vai tentando sempre. Quem sabe um dia vai ver a sorte sorrir-lhe.My hiding place!
Olha o Marlon!!!!!!!
... oOo ...A Marcha do Tempo - O Puto
segunda-feira, 10 de Novembro de 2008
Recordações de Lourenço Marques
Fado Ilustrado
Bom dia Jordão
domingo, 9 de Novembro de 2008
O Nome «Rodrigues»

Na Marinha antiguidade é um posto!
Digo isto porque é verdade, mas também porque não me lembrei de outra coisa para titular esta mensagem. Estes três rapazes (?) que vêem na foto eram mais antigos que a maioria dos grumetes da companhia e desempenhavam funções de chefia. Trago aqui esta foto porque houve uma série de dúvidas na identificação de todos eles e quero esclarecer, de vez, todas as dúvidas que ainda restarem. O 1º da esquerda é o António Rodrigues (15986) cuja foto actual podem ver abaixo. O2º, ao centro, é o Manuel Marciano (15990) cuja foto actual podem ver também abaixo. O 3º, á direita, é o António Chaveiro (16102) que infelizmente já partiu deste vale de lágrimas e não posso por isso mostrar-vos na actualidade.sexta-feira, 7 de Novembro de 2008
A cor azul
A cor azul destes olhos faz-me lembrar o azul das águas do índico e os golfinhos a abrir caminho na proa da fragata em que navegávamos a caminho da Ilha de Moçambique. Poucas vezes fizemos estas viagens, mas recordo-as com imensa saudade. Há os que detestam o mar e navegar é, para eles, um castigo e há aqueles que,como eu, davam tudo por uns dias a bordo. Cada vez que recebíamos a notícia de que íamos embarcar, era para mim um delírio e 15 dias garantidos de férias. Embora tivéssemos que dormir no chão, desenrolando o famoso chouriço e estendendo-o em qualquer lugar onde ele coubesse, aquilo era, para mim, como passar 15 dias no Hawai. E passava horas esquecidas, sentado na proa do navio, vendo os golfinhos a rasgar as ondas. É claro que ás vezes também havia borrasca, mas quem é que se lembra disso?Mais vale assim que nada!
quinta-feira, 6 de Novembro de 2008
O Marinheiro Manobra
quarta-feira, 5 de Novembro de 2008
Manel Merciano

segunda-feira, 3 de Novembro de 2008
Hoje é dia de S.Nuno
Algumas fotos mais
Bonita foto esta, em que aparecem uns quantos que ainda não consegui descobrir por onde andam, ou tendo-o descoberto não consegui que se tivessem reunido connosco. Da fila em pé compareceram apenas o Veiga e o Verde. Da fila que está de cócoras apareceram o Elvas, o Ramiro e o Lopes. Nesta fila ainda não consegui identificar o primeiro da esquerda, aquela que está encostado ás pernas do Estorninho.
domingo, 2 de Novembro de 2008
Confusões e outras situações


O Fernando Brandão é este que aqui aparece em cabelo, de corpete, sempre na estica como ele gostava de andar. Vizinho do Garcia também, no número e na procedência, talvez conheça o outro, mas não me lembrei de lho perguntar durante o encontro. Nem ele reparou que, no slide-show que apresentei na Quinta do Moinho, estava a passar a foto de outrem com o seu nome.
E esta que ainda está pior que a anterior mostra-nos o Barbeiro (16582) e não o Sabugal, como também erradamente passou no slide-show. A este, possivelmente, nunca vamos apanhá-lo em qualquer dos encontros que vamos realizar. E isto por várias razões. Primeiro a saúde que não ajuda nada, pois anda de muletas, já fez várias operações a uma perna o que terá que repetir em breve. Depois porque mora em cascos de rolha, lá para o interior norte, onde Cristo perdeu as botas. E em último porque a motivação não é muita, pelo que me pude aperceber quando o visitei.Eu vou fazer os possíveis por andar sempre com uma lista das moradas de toda a gente e quando passar perto da terra de cada um, prometo que os vou visitar e saber notícias. E depois aqui as deixarei para todos.
























