Sexta-feira, 3 de Julho de 2009

O Bichano e eu com a Avó Ruas!

(Foto tirada a bordo do Infante D. Henrique)

Hoje não tenho muito tempo para vos entreter com uma bonita história sobre o nosso camarada e amigo David «O Gato». Estou ocupado a preparar as coisas para partir, daqui a poucas horas, para Aveiro, para o convívio da CF8. É essa, hoje, a minha prioridade, mas sempre vos quero dizer que esta manhã recebi uma chamada telefónica deste nosso amigo por quem procurava há cerca de um ano. Tinha-lhe escrito uma carta para o endereço que me arranjaram e já desesperava pela resposta. Queria acreditar que ele de facto vivia em Quarteira, mas admirava-me a falta de resposta. Finalmente o telefone tocou e era ele, para me dizer que aquela carta era a última coisa que esperava receber. Há mais de vinte anos que não via nem falava com qualquer dos antigos camaradas da Companhia. Tomei nota dos seus dados para futuros contactos e é mais um capítulo que se encerra desta minha cruzada.

Quarta-feira, 1 de Julho de 2009

O Sr. Tenente Cruz!


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Aqui está o nosso camarada algarvio que finalmente se dignou mostrar a cara. Inesperadamente apareceu na Escola de Fuzileiros, no passado sábado, e foi apanhado pela objectiva dos meus espiões destacados para cobrir o evento. Não tenho mais tempo, agora, para me alongar na prosa, mas acredito que já ficareis satisfeitos por rever a sua cara antiga e tomar conhecimento da actual. Um abraço para o Sr. Tenente Cruz, meu camarada de recruta, de pelotão, de comissão, etc. e tal.

Dia do Fuzileiro!

(Reencontro com o Floriano)

(Os homens da CF2)

(A placa comemorativa)

Deveria, talvez, escrever três mensagens difererentes com um texto apropriado a cada uma das fotografias, mas hoje não tenho tempo. Dentro de meia-hora tenho que estar longe daqui e portanto tenho que ser prático e rápido.
A primeira fotografia mostra o reencontro do Floriano Fragata com outros elementos da CF2 que estiveram presentes na Escola, no dia do Fuzileiro. Esperava uma fotografia melhor, mas acho que serve para vos saciar a curiosidade de ver como ele está ao fim de todos os anos que já se passaram.
A segunda fotografia mostra um grupo de fuzileiros, todos eles da CF2, que compareceram em Vale de Zebro para as celebrações do Dia do Fuzileiro. São todos velhos conhecidos que nunca dizem não aos encontros programados pelo nosso grupo, por isso nem vale a pena publicar aqui os seus nomes.
A terceira fotografia mostra a placa que mandamos afixar no respectivo mural da Escola. Ainda não tinha visto o resultado final, mas sinceramente não gosto do que vejo. Como foi o Guilherme o encarregado da execução da obra, ele vai perdoar-me a crítica, mas houve um desvio imperdoável ao nosso plano inicial. O rectângulo lavrado na parte inferior era destinado a inserir (lá dentro) a placa metálica com a gravação da mensagem, escrita pelo Jordão. Ora, como podeis ver, as dimensões dessa pequena placa não se ajustam, nem pouco mais ou menos, ao dito rectângulo. Logo que o Jordão regresse do Luxemburgo, vou propôr-lhe que mande fazer uma placa com as dimensões correctas e substituir aquela que lá está. Vai custar mais uns quantos €€.€€, mas do mal o menos. Aquilo que ali foi posto para ser admirado por muita gente durante muitos anos, tem que estar impecável. Ou não tenho razão?

Segunda-feira, 29 de Junho de 2009

O Homem dos 3 W (www)!


Berners-Lee nasceu em Londres, Inglaterra e frequentou a Emanuel School em Wandsworth. Ele é um ex-aluno do Queen's College da Universidade de Oxford, onde construiu um computador de maneira revolucionária, que incluía ferro, um processador M6800, uma televisãovelha, entre outras coisas. Foi também em Oxford que foi encontrado a hackear com um amigo e foi banido de usar o computador da universidade.

Ele trabalhou na Plessey Telecommunications Limited em 1976 como programador, e em 1978trabalhou na D.G. Nash Limited onde trabalhou em programas de configuração de fonte e num sistema operacional.

Recentemente, Tim Berners-Lee foi considerado um dos maiores gênios vivos do mundo, segundo o levantamento "Top100 Living Geniuses", da consultoria Creators Synectics.

(In wikipédia)

Finalmente... Ufa!

(Xabregas, Miguel, Lisboa e Almeirim)

Finalmente cheguei à fala com o nosso homem. Ele vive na Matola sim senhor!
Esta coisa da internet tem um valor inenarrável. Não sei como seria o mundo sem esta ferramenta que nos transporta para qualquer lado e nos põe em contacto com qualquer pessoa. Os passos que dei para localizar o nosso camarada de companhia e filho da escola "Almeirim" e o resultado que consegui, seriam pouco menos que impossíveis sem o recurso a este mundo de recursos como é a World Wide Web. Bendito o homem a quem se deve tal ideia!
Sou um inimigo figadal da burocracia e das dificuldades criadas pelos funcionários públicos que inventam regras sem sentido para se refugiarem num mundo só deles a que não querem que tenhamos acesso. Vem isto a propósito do meu pedido ao Consuldo de Portugal no Maputo, pedindo o endereço do Almeirim. Limitaram-se a dizer-me que iam contactá-lo para lhe perguntar se não se opunha a que me fosse dada a informação, mas nada fizeram. Quando hoje falei com ele garantiu-me que ninguém o tinha contactado nem de tal coisa sabia. Fica aqui o meu voto de protesto contra esses senhores que são pagos do nosso bolso para nos prestarem um serviço que tentam por todos os meios não fazer.
Felizmente as ondas cibernéticas que transmitem através do universo, o conteúdo dos milhões de blogs existentes em todo o mundo, fizeram chegar o meu pedido até à família e amigos do nosso camarada que me contactaram e puseram ao telefone com ele. Hoje às 17.00 horas deste dia de S. Pedro que se festeja na Póvoa de Varzim, terra onde moro.
Não entendi muito bem como a coisa aconteceu (a ligação telefónica não estava muito boa e também não quis alongar a conversa por causa do custo da chamada) mas parece-me que quem encontrou o meu pedido na net foi uma amiga, Telma Soeiro, e um amigo, Eqbal Cassamo, da filha mais nova do Almeirim que se chama Ema da Luz. Suponho que a Ema não tem correio electrónico e os dois amigos serviram de intermediários para me fornecerem o meio de comunicar com ela. Como a Telma me tinha dado também um número de telemóvel parti do princípio que era o dela, mas não, era mesmo da Ema, de modo que quando liguei fui parar ao sítio certo e apanhei-a (por sorte) ao lado do pai. Melhor não poderia ser!
Agora vou escrever-lhe uma carta, com todas as informações relevantes e espero que me responda. Sei que os amigos da Ema continuarão a visitar o nosso blog e tomarão conhecimento imediato de todos os meus passos. Espero que, por intermédio da Ema, os vão fazendo chegar até ao nosso amigo.

Domingo, 28 de Junho de 2009

Almeirim! Almeirim! Almeirim!

Esta mensagem serve apenas de isco para os pesquisadores que usam o Google como motor de busca para tudo e mais alguma coisa. Se alguém procucar pela palavra Almeirim, espero que chegue até aqui e leia esta e a anterior mensagem.

Será hoje o meu dia de sorte?

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Um anónimo, mas afirmando-se filho do nosso camarada Almeirim, deixou um comentário neste blog, numa mensagem muito antiga, talvez a primeira que publiquei sobre este assunto.
Deixou o seu número de telemóvel e o endereço de e.mail para o poder contactar. Vamos a isto pessoal! Parece que começa hoje a última etapa desta luta. Já lhe mandei um e.mail. Se amanhã não receber resposta telefono-lhe.

A propósito de números!

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Nem de propósito, mal tinha acabado de escrever aquele tremendo arrazoado sobre a mudança dos números de matrícula da Marinha, veio parar-me às mãos esta cópia de uma caderneta em que se pode ver perfeitamente o que eu vinha dizendo.
Os meus respeitos a este marujo que, segundo a sua caderneta, em 1997 era Cabo Manobra.

Placa comemorativa!

Ver esta notícia no blog «Escola de Fuzileiros».

Gatos e mais gatos!

Fiz duas comissões no Ultramar e em cada uma delas tive um Gato na minha Secção.
Na primeira era o David que tinha a mania de rapar o cabelo á gillete e depois da carecada, pelo aspecto da sua cara e cor da sua pele, parecia um gato esfolado. Daí lhe adveio a alcunha por que todos o conheciam.
Na segunda era o Zé Carlos, um lisboeta muidinho, chato como a potassa, que tinha uns olhos entre o verde e o azul, tal e qual um gato verdadeiro. Por causa desses olhos ficou a ser o miau da Companhia 8.
Não é verdade que toda a gente gosta de animais de estimação? Nós, à nossa maneira, também gostamos. Ou não se vê?